“ev’rything that happens will happen today
and nothing has changed but nothing’s the same
& ev’ry tomorrow could be yesterday
and ev’rything that happens could happen today”
“Everything that happens” | David Byrne and Brian Eno
Muito provavelmente o último post sobre música deste ano. Não me atrevo a opinar sobre o melhor de 2008, porque para além de ter imenso que ouvir em atraso, não acho ter fôlego para tal. Hoje estive aqui a espreitar o overview que fizeram sobre 2008, muito do que ouvi está por lá, grande parte nem sequer trouxe aqui para o blog e a outra parte estará por ouvir – isto é, regressei a estas andanças e já vou estando a par das novidades, deixando de ter essa sensação de que algures no passado perdi o fio à meada. Mas este não é um blog sobre música – é um blog onde também partilho música, normalmente a que mais me cativa. Para rematar o ano em grande, deixo Lambchop. Hoje revisitei este álbum que acho fantástico. Daqueles álbuns que ouço como um todo, que me inspira, que me transmite serenidade e que acho absolutamente romântico.
As compras estão feitas, amanhã o dia será utilizado para confeccionar algumas iguarias da quadra. Não sei bem em que data iniciei o meu lado esquerdo, mas terá seguramente 1 ano, mais dia menos dia, tendo o 1º post sido publicado na noite de Natal em jeito de prenda para o rapaz cá da casa. Passado 1 ano continuo por cá, com nova roupagem, ainda que em conteúdo o conceito se mantenha – fiel a mim própria! Conto continuar por cá, ainda que me pareça que o mundo tal e qual o conhecemos deixará de existir em 2009, esperando eu sinceramente que tal seja sinónimo de evoluirmos para algo melhor. Só me resta desejar a todos um Natal de qualidade, aconchegante e cheio de encanto junto daqueles que fazem a diferença nas nossas vidas. Feliz Natal!
Recém- chegado da zona de Pinhanços, hoje ao jantar provámos o azeite novo pelo qual ansiávamos. Isto porque o stock da mesma proveniência adquirido há cerca de 1 ano esgotou há pouco mais de 1 mês, tendo contribuído para isso o impacto do apetite da Lourinha no orçamento familiar e também a utilização do dito cujo para a confecção do nosso pão caseiro. Entretanto aproveitei para ir comprando o que de melhor há à venda no mercado com origem alentejana, coisa que por motivos óbvios não fazemos, mas chegámos à conclusão de sempre – tal como acontece com os vinhos, a média é razoável nos produtos alentejanos, mas a plenitude da côr, aromas e dos sabores está de facto a norte.
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