É o tipo de morangos utilizado para fazer os deliciosos iogurtes em copo de vidro Emmi. De cada vez que como um recordo sempre o sabor do gelado de morango da Emanha.
Filed under: gourmet
Março 28, 2009 • 9:26 pm 0
• 3:38 pm 0
“Mountain Battles captured all the bittersweet electricity of The Breeders’ classics – Pod and Last Splash – whilst managing to break fresh ground.”, retirado do perfil da banda publicado no site da 4AD. Eu sinceramente não dei por ela. Aliás, depois da 1ª escuta retirei o CD do leitor para ver se não me tinha enganado na FNAC – mas não, é mesmo The Breeders. E verdadeiramente mau é o tema “Regalame Esta Noche”, absolutamente piroso. Enfim, ainda a propósito de Deerhunter tinha apelado ao grupo como sendo uma grande referência – e que é, mas qualquer semelhança entre os álbuns “Pod” e “Last Splash” e este é mera coincidência. Escrevam o que quiserem.
Classificação | 6 em 10
Março 25, 2009 • 9:32 pm 4
Março 24, 2009 • 10:35 pm 1


Por vezes tenho mau feitio ou sou do contra. Este duplo álbum é bom, mas não é fantástico nem verdadeiramente original, como se tem apregoado um pouco por todo o lado. Verdadeiramente boas e originais são as influências que conseguimos “ouvir” nas atmosferas que são recriadas pelos Deerhunter – a começar em The Breeders e a acabar em His Name is Alive. Marcaram épocas e fizeram a diferença.
Classificação | 8 em 10
Filed under: em escuta, música , Deerhunter
Março 17, 2009 • 9:38 pm 2
Há momentos terríveis na vida das pessoas. É só o que tenho a dizer sobre aquele pai que se esqueceu da criança no carro. Vale a pena ler este artigo no Público, do qual deixo o excerto que se segue.
“Os seres humanos, acrescenta Hickling, têm uma necessidade fundamental de criar e manter uma narrativa para as suas vidas em que o universo não é implacável e cruel, em que as coisas horríveis não acontecem ao acaso, e em que a catástrofe pode ser evitada se se estiver vigilante e se for responsável.
Nos casos de hipertermia, considera ele, os pais são diabolizados muito pelas mesmas razões. “Somos vulneráveis, mas não queremos que nos lembrem disso. Queremos acreditar que o mundo é compreensível e controlável e não ameaçador, que, se seguirmos as regras, ficaremos bem. Por isso, quando este tipo de coisas acontece a outras pessoas, precisamos de as colocar numa categoria diferente da nossa. Não queremos parecer-nos com elas e o facto de podermos ser é demasiado aterrador para lidarmos com ele. Por isso, elas têm de ser uns monstros.”
Filed under: (Naked)Self
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