Faz hoje 1 ano que mudámos para “a casa nova”. Uma celebração do que somos e do que alcançámos.
“Home, home is where I always want to be
home is there for you and is for me
home is where I never want to leave”
Josh Rouse
Apesar de não gostar nada de levar a pequena sereia a espaços comerciais, acabámos de ir gastar umas lecas a Coimbra. Aacabou por tirar a barriga de misérias depois de tantos dias de clausura entre a ida ao parque de Buarcos esta manhã e o espaço de actividades do Dolce Vita. Gosto cada vez mais de ir a Coimbra, assim como de ir ao Porto. Fico impressionada com a memória da pequenita – quando passávamos junto ao mercado perguntou logo pela Rua da Sofia onde pouco depois desembocámos. Lá lhe expliquei que tinha nascido ali na clínica com o mesmo nome e pela 1ª vez ocorreu-me que se calhar a minha predilecção pelo nome Sofia tem a ver com tal. Agora vamos rever o filme do Sininho.

Nem sempre tenho predisposição para estas sonoridades, mas por algum motivo a capa do álbum chamou-me a atenção e não descansei enquanto não ouvi. No tema de abertura foi impossível não pensar em Cat Stevens, noutros temas penso em Dylan e com algum jeito podemos chegar a Wilco. A composição dos temas tem toque de génio, com um tempero folk q.b. (que banjo em “Land of dreams”!), um piano delicioso e a interpretação é assombrosa. Destaco os temas “I love you, but goodbye”, “Land of dreams”, “Sunday by the sea” e ”Leaving my love”.
Classificação | 9 em 10
Finalmente alguma disponibilidade e tempo propício para organizar o meu Zen. Entre as novidades: David Sylvian, Kings of Convenience, Zero 7, Massive Attack, Lisa Germano, Langhorne Slim, entre outros. Langhorne Slim está a chamar a minha atenção, mas deixo para já este tranquilo e viciante “Me in you” dos Kings: