Banda sonora perfeita para o dia de hoje.
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Outubro 20, 2009 • 9:26 pm 2
Banda sonora perfeita para o dia de hoje.
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Agosto 9, 2009 • 10:32 pm 0

(do magnífico de profundis de Miguelanxo Prado)
deep, de profundis
1. “Song to the sirene” | This Mortal Coil
2. “Otterley” | Cocteau Twins
3. “Sea, swallow me” | Budd, Raymonde, Guthrie, Fraser
high, nearly dreaming
1. “You and your sister” | This Mortal Coil
2. “With tomorrow” | This Mortal Coil
3. “I want to live” | This Mortal Coil
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Janeiro 5, 2009 • 9:18 pm 0
Deixo a que considero ser a banda sonora perfeita, para começar bem o novo ano musical!
“Frosty the snowman” | Cocteau Twins
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Dezembro 17, 2008 • 9:01 pm 2
Os Cocteau Twins deram no seu final de carreira uma roupagem diferente e uma interpretação fantástica a um clássico de Natal, não podia deixar passar!
(and I’m happy tonight)
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Outubro 15, 2008 • 8:27 pm 2
(in 4AD. Vale também a pena espreitar a atribuição do Q Inspiration Award.)
“They were a phenomenon. Not necessarily the kind that plays to stadiums or fills MTV’s timeslots or even sells millions of records. Rather, the kind that quietly causes a fundamental shift in perception, exerting a seminal influence that is universally felt if not always seen. Even after having called it quits in 1998-ending a 15-year career together that was impressive by any measure-their mark continues to be recognized everywhere, and legions of fans still hunger for more.” (por Michael Borum)
Tomei contacto com o mundo mágico de Cocteau Twins através do álbum Heaven or Las Vegas que me foi dado a conhecer por uma das pessoas que marcam a minha vida. Curiosamente o último álbum que editaram através da 4AD. Seguiu-se a descoberta do trabalho que tinha ficado para trás e a aquisição de todos os álbuns do grupo, que entretanto lançou mais 2 que muito sinceramente não me encantam como os da “era 4AD”. Guardo os 2 concertos a que assisti ao vivo em Lx com aquele carinho com que se guardam momentos especiais e algures no tempo deixei pura e simplesmente de ouvir a música dos CT. Não porque o encanto se tenha quebrado, mas porque nesta minha maneira de estar em que associo música a momentos, torna-se por vezes doloroso ouvir música que nos remete sempre para momentos cuja memória se torna…eventualmente dolorosa também. No ano passado enfrentei os demónios e os Cocteau Twins voltaram a rodar, ganhando uma nova fã, a Lourinha (a cada final de canção brindava-me na altura com um “mai!”). Tenho novas memórias, portanto, novos e bons momentos associados a música que adoro, uma espécie de reciclagem do meu imaginário. Acho que às vezes perdemos um pouco esta capacidade de nos regenerarmos…Mas voltando aos CT: se de uma forma geral eu sempre gostei muito das letras das canções, até porque constituem uma forma de me expressar sobre o que sinto, na falta de encontrar forma tão perfeita para o fazer, sempre gostei muito do facto de não existirem ou de não se perceberem grande parte das letras destes senhores. Assim, de cada vez que os ouço dou largas à imaginação – crio a minha letra, ouço o que quero naquele preciso momento e faço mais uma viagem.
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